É inevitável. Uma hora ou outra a perda de audição afeta todo e qualquer ser humano, trazendo diversas consequências geralmente inesperadas. O ouvido, além de ser responsável pela nossa audição, também é extremamente importante na manutenção do nosso equilíbrio e na nossa vida social.

Quando idosos começam a perder sua capacidade auditiva, é muito provável que isso acabe causando isolamento, frustração, depressão, entre outros problemas psicológicos. Tudo o que as pessoas à sua volta podem fazer é amenizar esses danos.

Os distúrbios de comunicação gerados pela perda de audição torna a atividade de compartilhar pensamentos, ideias e informações uma tarefa árdua. É comum que o idoso na maioria das vezes finja compreender o que os outros estão falando e, consequentemente, desista de tentar interagir. A fala também acaba por ser afetada e a tendência é piorar cada vez mais conforme a pessoa for perdendo a audição.

É comum que o idoso seja descrito com uma pessoa confusa e distraída, mas na verdade essas características são apenas consequências dos danos à sua capacidade auditiva. Também é importante perceber que a deficiência auditiva também pode trazer problemas para a linguagem e a memória, resultando em uma complexa depreciação da qualidade de vida da pessoa idosa.

Mas e os amigos e familiares, o que eles podem fazer para ajudar?

É extremamente necessário ter muita paciência na hora de se comunicar com o idoso. Ouvir atentamente o que ele tem a dizer é o primeiro passo que precisa ser dado para tirá-lo do isolamento social. Ao falar, não é preciso aumentar o volume de sua voz, apenas converse pausadamente e pronuncie as palavras com clareza, repetindo as frases se for necessário.

No entanto, nada disso pode ser eficaz se você estiver conversando com a pessoa em um ambiente muito ruidoso. Sempre que for interagir com um idoso, procure fazê-lo em um lugar silencioso, onde não seja necessário falar mais alto para se fazer ouvido. Além disso, também não se pode esquecer de que o fato de a pessoa possuir deficiência auditiva não quer dizer que ela deva ser poupada das atividades sociais, pois isso contribuirá para a sua frustração.

 Contudo, todo esse trabalho também pode ser amenizado ao tratar a perda auditiva do idoso. Muitas pessoas acreditam que a deficiência auditiva causada pela idade não é reversível, mas essa é uma afirmação do passado. Ajude o idoso a utilizar o aparelho auditivo pelo tempo necessário e veja a melhora você mesmo.

Caso não haja progresso, existem duas opções: ou a deficiência foi causada por excesso de cera no ouvido, ou o problema já avançou demais e está no grau de severidade.

Portanto, lembre-se: o quanto antes a pessoa utilizar o aparelho, menores são as chances da perda auditiva ser grave.

Tem alguma dúvida sobre a perda auditiva na terceira idade? Entre em contato conosco. Teremos prazer em ajudá-lo! 

O funcionamento do seu corpo faz uma barulheira danada. Já pensou se você pudesse ouvir o som que vem de dentro de você? Isso é possível e tem nome: Síndrome de Deiscência de Canal Semicircular Superior (SDCSS).

O primeiro diagnóstico realizado dessa síndrome aconteceu no ano de 1998, nos Estados Unidos, pelo pesquisador Lloyd Minor. O paciente era Adrian Mcleish, que sofria ao pentear os cabelos, ao ouvir seus passos quando caminhava e ao comer. Para ele, morder uma cenoura era como se um tiro ecoasse dentro de sua cabeça.

A síndrome consiste na quebra da camada de osso que reveste o canal semicircular superior, localizado no ouvido interno. A quebra forma uma deiscência, ou seja, um pequeno furo. A solução para Adrian foi uma cirurgia, que pode ser realizada com diversos materiais, como fragmentos do osso do crânio, cera óssea, pó de osso e até mesmo o músculo.

O problema provoca sintomas que pioram muito a qualidade de vida de quem possui a síndrome. Alguns deles são perda auditiva, tontura constante e perda de equilíbrio, causados principalmente por causa das mudanças de pressão na cabeça. Quem possui a síndrome também tem intolerância à sons externos, caracterizando um tipo de hiperacusia (hipersensibilidade auditiva), além de uma oscilação anormal do globo ocular, chamada de nistagmo.

É muito importante identificar a síndrome corretamente para que o problema não seja tratado da forma errada, como aconteceu com o piloto Jefferson Vasconcelos. A princípio, a vertigem fez com que ele pensasse que o problema era da visão. Só depois percebeu que a sensação ruim que estava tendo vinha do ouvido.

Até agora, a única alternativa para a síndrome é a cirurgia, porém, infelizmente, o procedimento não garante que a vida do paciente volte completamente ao normal, podendo apenas amenizar o problema.

Agora você deve estar se perguntando da onde diabos essa síndrome deve surgir, certo? Pois bem, acredita-se que a má formação do osso que reveste o canal semicircular superior aconteça até os 3 anos de idade. Quando a camada óssea não atinge a espessura adequada, fica suscetível a rupturas, formando a deiscência.

Tem alguma dúvida sobre a perda auditiva na terceira idade? Entre em contato conosco. Teremos prazer em ajudá-lo! :) 

É inevitável. Uma hora ou outra a perda de audição afeta todo e qualquer ser humano, trazendo diversas consequências geralmente inesperadas. O ouvido, além de ser responsável pela nossa audição, também é extremamente importante na manutenção do nosso equilíbrio e na nossa vida social. Quando idosos começam a perder sua capacidade auditiva, é muito provável que isso acabe causando isolamento, frustração, depressão, entre outros problemas psicológicos. Tudo o que as pessoas à sua volta podem fazer é amenizar esses danos.

Os distúrbios de comunicação gerados pela perda de audição torna a atividade de compartilhar pensamentos, ideias e informações uma tarefa árdua. É comum que o idoso na maioria das vezes finja compreender o que os outros estão falando e, consequentemente, desista de tentar interagir. A fala também acaba por ser afetada e a tendência é piorar cada vez mais conforme a pessoa for perdendo a audição.

É comum que o idoso seja descrito com uma pessoa confusa e distraída, mas na verdade essas características são apenas consequências dos danos à sua capacidade auditiva. Também é importante perceber que a deficiência auditiva também pode trazer problemas para a linguagem e a memória, resultando em uma complexa depreciação da qualidade de vida da pessoa idosa.

Mas e os amigos e familiares, o que eles podem fazer para ajudar? É extremamente necessário ter muita paciência na hora de se comunicar com o idoso. Ouvir atentamente o que ele tem a dizer é o primeiro passo que precisa ser dado para tirá-lo do isolamento social. Ao falar, não é preciso aumentar o volume de sua voz, apenas converse pausadamente e pronuncie as palavras com clareza, repetindo as frases se for necessário.

No entanto, nada disso pode ser eficaz se você estiver conversando com a pessoa em um ambiente muito ruidoso. Sempre que for interagir com um idoso, procure fazê-lo em um lugar silencioso, onde não seja necessário falar mais alto para se fazer ouvido. Além disso, também não se pode esquecer de que o fato de a pessoa possuir deficiência auditiva não quer dizer que ela deva ser poupada das atividades sociais, pois isso contribuirá para a sua frustração.

Contudo, todo esse trabalho também pode ser amenizado ao tratar a perda auditiva do idoso. Muitas pessoas acreditam que a deficiência auditiva causada pela idade não é reversível, mas essa é uma afirmação do passado. Ajude o idoso a utilizar o Hearing Guardian V1 pelo tempo necessário e veja a melhora você mesmo. Caso não haja progresso, existem duas opções: ou a deficiência foi causada por excesso de cera no ouvido, ou o problema já avançou demais e está no grau de severidade. Portanto, lembre-se: o quanto antes a pessoa utilizar o software, menores são as chances da perda auditiva ser grave.

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É inegável que as vitaminas são fundamentais, mas a natureza se encarregou de distribuí-las por tantos alimentos que é difícil termos deficiência de alguma delas. Ainda assim, a ideia de que vitaminas fabricadas são sempre excelentes paira na cabeça de muitas pessoas. O que elas desconhecem é que esses produtos, quando consumidos em excesso, podem ser prejudiciais à saúde. A hipervitaminose A, por exemplo, causada pelo excesso de ingestão de vitamina A, pode levar ao aparecimento de pele ressecada, áspera e descamada, fissuras labiais e ceratose folicular. Já o excesso de vitamina C pode provocar distúrbios gastrointestinais e cálculo renal.

 Isso significa que não se deve fazer o uso de nenhum suplemento vitamínico? Não. Significa que é preciso saber o que, de fato, você está ingerindo e se é realmente necessário para sua saúde. Afinal, apesar da existência dos multivitamínicos, as carências não são genéricas e devem ser individualizadas. “É importante salientar que os complexos vitamínicos são estabelecidos como complemento alimentar, sendo assim, sua prescrição deveria ser feita idealmente por profissional de saúde, com a finalidade de corrigir uma eventual insuficiência detectada clinicamente ou por exames laboratoriais”, salienta a endocrinologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica Dra. Yolanda Schrank.

 “Devem ser medicados com suplementos aqueles indivíduos que tenham alguma deficiência nutricional e serão beneficiados pela suplementação ou que tenham alguma deficiência de certo nutriente que não pode ser corrigida pela alimentação”, explica a endocrinologista, que separa quatro grupos principais: crianças, gestantes, idosos e atletas. “São organismos com necessidades diferentes. Um atleta de alta performance muitas vezes não consegue repor com a alimentação o que gasta no treino. As mulheres grávidas precisam de mais ferro, ácido fólico e vitaminas. Já os idosos tomam pouco sol e, com frequência, têm dificuldade em se alimentar bem: não têm estímulos e não gostam de alimentos e frutas duras, por exemplo. No caso das crianças, há sempre aquelas que se recusam a ingerir legumes, verduras e frutas”, completa a doutora.

 Cabe lembrar ainda a importância de se individualizar a suplementação com vitaminas em pacientes com certas doenças crônicas, vegetarianos e pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. A melhor forma de garantir um corpo saudável ainda é comendo direito. “Para grande parte da população, os nutrientes necessários são conseguidos por meio da alimentação”, garante a doutora. Ou seja, vale muito mais apostar em uma reeducação alimentar com um profissional do que atacar a gôndola de suplementos da farmácia. É importante entender que a suplementação é exatamente o que o nome sugere: um extra, um complemento que deve ser utilizado em casos específicos. Uma dieta balanceada somada a exercícios físicos e redução dos maus hábitos (uso de cigarro, bebida alcóolica e drogas e noites maldormidas) ainda é a melhor receita para uma vida saudável.

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Com o envelhecimento, ocorrem mudanças na composição corporal e também na audição. Há um aumento na gordura corporal total, diminuição de massa magra e da hidratação.

Estudos norte-americanos mostram que já a partir dos 40 anos de idade as pessoas perdem cerca de 8% da massa muscular a cada década.1-4 Se houver redução no consumo de alimentos e na atividade física, esses fatores levarão a uma velhice frágil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 3 milhões de pessoas com 60 anos ou mais moram sozinhos. Ainda de acordo com o IBGE, de 2001 a 2011, aumentou 35,6% o número de pessoas que moram sozinhas no Brasil.

O fato de morar sozinho pode contribuir para o descuido com a alimentação. “Em geral, o idoso se contenta com um lanche leve, que nem sempre sacia todas as suas necessidades alimentares”, ressalta Ricardo Rosenfeld, Diretor Médico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Em muitos casos há falta de apetite, os ouvidos afetados e a saúde bucal está prejudicada, o que impede o idoso de deglutir alimentos mais sólidos. “A diminuição na ingestão alimentar que ocorre naturalmente, conforme envelhecemos, pode levar o idoso ao risco nutricional”, conclui.

É importante lembrar que a atividade física também deve ser mantida. Isso não significa que é necessário frequentar uma academia. Atividades simples como caminhar, cuidar do jardim, passear com um animal de estimação já são formas de manter-se ativo. Uma nutrição equilibrada e variada, além da prática de atividade física, devem ser realizadas sempre.

Será que este não é o caso do seu avô ou avó? Eles moram sozinhos? Será que se alimentam bem? O melhor “presente” que um neto ou neta podem dar aos avós é prestar atenção em suas necessidades, já que muitos não interpretam a má qualidade da alimentação como um problema.

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A perda auditiva está muito relacionada à idade.

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A perda auditiva nos idosos é chamada de presbiacusia é muito comum, pois acontece com o envelhecimento do organismo e logo do sistema auditivo.

A perda da audição na terceira idade pode ser detectada por meio de alguns sintomas, como o zumbido, não compreender o que as pessoas dizem, tontura ou vertigem. Também pode trazer sérias consequências psicossociais, por conta do isolamento que o idoso pode sofrer pela dificuldade de comunicação com as pessoas em seu convívio.

O apoio e a conscientização da família do idoso é fundamental para seu tratamento, pois a adaptação ao aparelho auditivo requer tempo e paciência.

 

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