Você pode treinar o seu cérebro para fazer o que quiser. Sabe por quê? Por causa da neuroplasticidade. Esse nome estranho se refere à capacidade que o nosso cérebro tem de sempre aprender coisas novas.

Nossos neurônios se reorganizam toda vez que nos submetemos a uma nova atividade, fazendo com que a comunicação neural encontre novos caminhos de realização.

O que acontece é o seguinte: os neurônios são estimulados e geram impulsos elétricos, formando uma nova reorganização nas ligações entre eles. Essas ligações entre os neurônios se tornam mais grossas, fazendo com que o recrutamento de células para a realização de determinada tarefa seja mais eficiente.

A transmissão dos impulsos elétricos acontece por meio dos neurotransmissores e fica cada vez melhor quanto mais estimulados forem os neurônios, ou seja, quanto mais o cérebro for exercitado.

Portanto, a neuroplasticidade permite que o nosso cérebro aprenda e reaprenda constantemente. Por exemplo, existem situações em que alguém sofre um acidente e acaba ficando com um membro do corpo imobilizado. Nesse caso, o cérebro precisa reaprender a mobilizá-lo ou aprender a viver sem ele. O comportamento dos neurônios muda e, assim, o cérebro se adapta a cada nova situação.

É tudo baseado no treino da mente. Da mesma forma,  é fisioterapia para os seus ouvidos. Por meio de condicionamento de som, o software exercita as células ciliadas da sua cóclea. Um novo exercício que cria novos impulsos elétricos que reorganizam as ligações entre os neurônios.

 Fonte:

http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/plasticidade-neuronal/

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Você sabia? Seu ouvido esquerdo entende melhor o sarcasmo enquanto o direito compreende mais facilmente as declarações sinceras. Pelo menos é o que afirmam pesquisadores da Universidade de New Brunswick, no Canadá.

Segundo o estudo, o ouvido esquerdo possui mais agilidade em perceber as nuances do discurso das pessoas por causa do reflexo de como o hemisfério correspondente do cérebro processa a linguagem. Para chegar em tal conclusão, os pesquisadores realizaram uma série de testes com 40 voluntários.

Sendo assim, pense duas vezes antes de tentar persuadir alguém e fale no ouvido direito da pessoa. A mesma estratégia serve para situações de paquera. E se você parar para observar, vai perceber que nós temos a tendência de preferir que falem no nosso ouvido direito.

Para provar isso, pesquisadores da Universidade de Gabriele d’Annunzio, na Itália, foram até uma balada e pediram cigarro para as pessoas, perguntando intencionalmente ao pé do ouvido direito ou esquerdo. O resultado foi que eles receberam mais respostas positivas quando perguntaram no ouvido direito.

Agora se você quer fazer uma piada sarcástica para seus amigos, aproveite para falar na direção do ouvido esquerdo deles e tenha maiores chances de eles darem risada. Essa estratégia vale ainda mais se você deseja fazer um comentário do mesmo tipo para pessoas com quem você não tem intimidade e, portanto, não conhece seu humor.

É por essas e outras que é tão importante cuidar da sua saúde auditiva. Para isso, basta usar o aparelho auditivo e perceber a melhora na compreensão do sarcasmo pelo ouvido esquerdo e da sinceridade pelo ouvido direito.

Sarcasmo

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Muitos profissionais associam aposentadoria ao afastamento total do sistema produtivo e, por conta disso, acabam não aceitando essa fase de transição na carreira como algo natural. Contudo, a chamada “nova aposentadoria” vem ganhando um significado diferente nos últimos 10 anos, visto que a expectativa de vida do brasileiro já ultrapassa os 74 anos o que, consequentemente, estimula as pessoas a terem uma vida produtiva mais longa. Com relação a isso, há uma questão importante: como dar continuidade à construção de uma carreira e uma nova identidade profissional?

Algumas organizações costumam recontratar profissionais já aposentados, fato que, para Matilde Berna, consultora de carreira na consultoria global em mobilidade de talentos na LHH|DBM, é bastante positiva para ambas as partes, desde que a proposta atenda aos objetivos de ambos.

“Para o Professional é importante considerar o momento de vida e o quanto a proposta está alinhado a este momento, nesse caso, estamos falando do tipo de projeto, carga horária, local e salário. Já com relação à organização, é avaliado e considerado o que ele tem a oferecer para a Organização, se possui relevância e agrega valor ao momento dela. Se for bom para ambos, à equação estará perfeita”, diz a consultora.

Por outro lado, existe também a preocupação por parte das empresas em preparar os profissionais para o momento da aposentadoria.  Muitas organizações já saíram do discurso e partiram para a prática. “Algumas, com programas muito arrojados, outras nem tanto, mas todas com uma preocupação genuína sobre questão” esclarecem.

De qualquer forma, aqueles que estão se aproximando da aposentadoria devem fazer uma analise profunda sobre seus conhecimentos, habilidades que foram desenvolvidas ou que lhes dão prazer e, ainda, o que os motivam. Estudar possibilidades e alternativas, ou seja, onde poderá aplicar todo o conhecimento e experiência que adquiriu ao longo de sua trajetória profissional, também é importante. “O ideal é continuar a se aprimorar, estudar, buscar novos conhecimentos, pois é sempre enriquecedor”, finaliza Matilde.

 

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É inegável que as vitaminas são fundamentais, mas a natureza se encarregou de distribuí-las por tantos alimentos que é difícil termos deficiência de alguma delas. Ainda assim, a ideia de que vitaminas fabricadas são sempre excelentes paira na cabeça de muitas pessoas. O que elas desconhecem é que esses produtos, quando consumidos em excesso, podem ser prejudiciais à saúde. A hipervitaminose A, por exemplo, causada pelo excesso de ingestão de vitamina A, pode levar ao aparecimento de pele ressecada, áspera e descamada, fissuras labiais e ceratose folicular. Já o excesso de vitamina C pode provocar distúrbios gastrointestinais e cálculo renal.

 Isso significa que não se deve fazer o uso de nenhum suplemento vitamínico? Não. Significa que é preciso saber o que, de fato, você está ingerindo e se é realmente necessário para sua saúde. Afinal, apesar da existência dos multivitamínicos, as carências não são genéricas e devem ser individualizadas. “É importante salientar que os complexos vitamínicos são estabelecidos como complemento alimentar, sendo assim, sua prescrição deveria ser feita idealmente por profissional de saúde, com a finalidade de corrigir uma eventual insuficiência detectada clinicamente ou por exames laboratoriais”, salienta a endocrinologista do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica Dra. Yolanda Schrank.

 “Devem ser medicados com suplementos aqueles indivíduos que tenham alguma deficiência nutricional e serão beneficiados pela suplementação ou que tenham alguma deficiência de certo nutriente que não pode ser corrigida pela alimentação”, explica a endocrinologista, que separa quatro grupos principais: crianças, gestantes, idosos e atletas. “São organismos com necessidades diferentes. Um atleta de alta performance muitas vezes não consegue repor com a alimentação o que gasta no treino. As mulheres grávidas precisam de mais ferro, ácido fólico e vitaminas. Já os idosos tomam pouco sol e, com frequência, têm dificuldade em se alimentar bem: não têm estímulos e não gostam de alimentos e frutas duras, por exemplo. No caso das crianças, há sempre aquelas que se recusam a ingerir legumes, verduras e frutas”, completa a doutora.

 Cabe lembrar ainda a importância de se individualizar a suplementação com vitaminas em pacientes com certas doenças crônicas, vegetarianos e pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. A melhor forma de garantir um corpo saudável ainda é comendo direito. “Para grande parte da população, os nutrientes necessários são conseguidos por meio da alimentação”, garante a doutora. Ou seja, vale muito mais apostar em uma reeducação alimentar com um profissional do que atacar a gôndola de suplementos da farmácia. É importante entender que a suplementação é exatamente o que o nome sugere: um extra, um complemento que deve ser utilizado em casos específicos. Uma dieta balanceada somada a exercícios físicos e redução dos maus hábitos (uso de cigarro, bebida alcóolica e drogas e noites maldormidas) ainda é a melhor receita para uma vida saudável.

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Com o envelhecimento, ocorrem mudanças na composição corporal e também na audição. Há um aumento na gordura corporal total, diminuição de massa magra e da hidratação.

Estudos norte-americanos mostram que já a partir dos 40 anos de idade as pessoas perdem cerca de 8% da massa muscular a cada década.1-4 Se houver redução no consumo de alimentos e na atividade física, esses fatores levarão a uma velhice frágil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 3 milhões de pessoas com 60 anos ou mais moram sozinhos. Ainda de acordo com o IBGE, de 2001 a 2011, aumentou 35,6% o número de pessoas que moram sozinhas no Brasil.

O fato de morar sozinho pode contribuir para o descuido com a alimentação. “Em geral, o idoso se contenta com um lanche leve, que nem sempre sacia todas as suas necessidades alimentares”, ressalta Ricardo Rosenfeld, Diretor Médico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Em muitos casos há falta de apetite, os ouvidos afetados e a saúde bucal está prejudicada, o que impede o idoso de deglutir alimentos mais sólidos. “A diminuição na ingestão alimentar que ocorre naturalmente, conforme envelhecemos, pode levar o idoso ao risco nutricional”, conclui.

É importante lembrar que a atividade física também deve ser mantida. Isso não significa que é necessário frequentar uma academia. Atividades simples como caminhar, cuidar do jardim, passear com um animal de estimação já são formas de manter-se ativo. Uma nutrição equilibrada e variada, além da prática de atividade física, devem ser realizadas sempre.

Será que este não é o caso do seu avô ou avó? Eles moram sozinhos? Será que se alimentam bem? O melhor “presente” que um neto ou neta podem dar aos avós é prestar atenção em suas necessidades, já que muitos não interpretam a má qualidade da alimentação como um problema.

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