Embora a deficiência auditiva tenha uma forte relação com a idade, especialistas estão preocupados com a perda de audição entre os jovens. Read more
Conversar com alguém que possui perda auditiva exige alguns cuidados, mesmo para pessoas que utilizam aparelhos auditivos. A audição é uma das faculdades mais importantes do ser humano e a sua perda é enfrentada com tristeza e frustração, por isso saiba como se comunicar com alguém com perda de audição e ajudar no desempenho de uma vida normal e com qualidade. Read more

A perda auditiva na criança implica no atraso de desenvolvimento de sua linguagem, principalmente quando ocorre na idade mais crítica: os primeiros anos de vida. Com todo o avanço tecnológico ao nosso dispor hoje é possível detectar a perda da audição na infância cada vez mais cedo, mas a melhor e mais recomendada forma de detectar a perda auditiva das crianças precocemente é o famoso Teste da Orelhinha, obrigatório em maternidades e hospitais públicos e privados de todo o país e realizado nos primeiros anos de vida do bebê.

Além disso, é muito importante que os pais prestem bem atenção no comportamento dos filhos durante seu desenvolvimento, desta forma também podem detectar a perda da audição da criança, previamente.  Saiba como deve ser o desenvolvimento auditivo esperado para cada fase do desenvolvimento de uma criança:

  • Até quatro meses de idade um bebê deve: mover ou reagir quando alguém fala ou em resposta a qualquer ruído, como um susto quando há um barulho muito alto;
  • Aos sete meses, um bebê deve: virar sua cabeça em direção a uma voz ou a um ruído;
  • Aos nove meses um bebê deve: virar sua cabeça para descobrir a direção do som, se mexer ou se mover em resposta à voz ou a qualquer som;
  • Aos 12 meses, um bebê deve: virar sua cabeça em todas as direções e mostrar interesse na voz de uma pessoa ou um determinado som, repetir alguns sons que os pais fazem;
  • Aos dois anos de idade a criança deve: ser capaz de apontar uma parte de seu corpo quando perguntado, de apontar para a imagem certa quando solicitado, ser capaz de executar tarefas simples, como dar-lhe um dos seus brinquedos, quando perguntado;
  • Se dentro dessas etapas a criança não reagir como o esperado, deve-se procurar um médico otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo urgente para uma avaliação da audição;
  • No caso da presença de perda de audição, o desenvolvimento da linguagem oral poderá não ocorrerá normalmente. Algumas alterações na fala e dificuldades na escola podem surgir, podendo até mesmo ser identificadas por um professor durante as aulas, de acordo com o desempenho da criança;
  • Recomenda-se que os pais estimulem a audição das crianças por meio de músicas e da produção de sons durante as brincadeiras, além de oferecer brinquedos com temas sonoros e observar a reação delas.

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Você acha que seu filho pode estar com perda auditiva? Entre em contato conosco que teremos prazer em ajudá-lo!

Existem tipos diferentes de perda auditiva. A perda da audição pode ocorrer em diferentes graus e por diversos motivos, para detectar qual a causa da sua perda auditiva e seu grau você deve se consultar com seu médico, somente assim saberá a melhor forma de se tratar e o melhor aparelho auditivo.

Porém, se você desconfia que sua audição possa estar lesada é só prestar atenção em pequenos detalhes de convívio do seu dia a dia que poderá perceber facilmente se tem ou não o começo de uma perda auditiva, e assim prevenir ou tratar antes que essa perda de audição comprometa ainda mais o seu conforto. Nós vamos ajudar, faça o teste abaixo:

  • As pessoas geralmente comentam que o volume da sua TV ou rádio estão muito altos?
  • Você já deixou de atender visitas ou telefonemas porque não ouviu a campainha ou o telefone tocar?
  • Você tem dificuldade em acompanhar conversas em locais com muitas pessoas e com muito barulho?
  • As pessoas parecem murmurar e não falar de forma clara durante conversas?
  • As pessoas comentam que você fala muito alto?
  • Você costuma pedir às pessoas que repitam o que disseram?
  • Seus amigos e familiares insinuam que você possui um problema auditivo?
  • Você sente dificuldade em entender a letra de músicas quando escuta rádio?

Se você respondeu sim a qualquer uma das perguntas acima, existe chance de você possuir algum tipo de perda auditiva. Nós podemos ajudar! Entre em contato e agende sua consulta! Ouvir bem é viver melhor!

perda auditiva

Homens perdem mais audição do que elas, independente da doença, estudos comprovam.

Ter diabetes pode causar maior perda de audição entre mulheres, especialmente se essa doença metabólica não for bem controlada com medicação, de acordo com estudo do Henry Ford Hospital in Detroit, Estados Unidos. A conclusão veio da revisão de registros de 990 pacientes que passaram por audiogramas na instituição entre 2000 e 2008.

Esses pacientes foram classificados por gênero, idade (menos de 60 anos, entre 60 e 75 anos e mais de 75 anos de idade), e se tinham ou não diabetes. Aqueles com a doença foram divididos em dois grupos: diabetes bem controlado ou mal controlado, de acordo com os parâmetros daAmerican Diabetes Association.

A esquipe observou a média do tom puro (PTA), uma medição que determina o nível de audição de acordo com certa frequência, além do reconhecimento da fala, em diversas idades. Eles focaram essa média de acordo com a frequência que a maioria das pessoas fala, e em frequências mais elevadas, usadas em músicas e alarmes.

Com esses dados em mãos, os pesquisadores puderam observar que mulheres entre 60 e 75 anos com o diabetes mal controlado tiveram perdas auditivas significativamente maiores do que aquelas cuja doença era bem controlada. Entre aquelas com menos de 60 anos, a perda auditiva – independentemente do nível de controle da doença – também foi maior do que aquelas que não têm diabetes.

Entre os homens, os estudiosos não encontraram diferenças significativas da perda de audição entre portadores do diabetes, bem ou mal controlado, e não portadores. O estudo verificou, no entanto, que o sexo masculino apresenta maiores perdas auditivas do que as mulheres.

Controle o diabetes com a ajuda da alimentação

Se o cardápio pode ser remédio ou veneno para todo mundo, com os diabéticos essa relação ganha contornos ainda mais marcados. O que vai ao prato interfere diretamente na doença, ajudando ou prejudicando ainda mais o quadro. Não há bom tratamento sem uma dieta adequada e exercícios, enfatiza o endocrinologista, da Universidade Federal de São Paulo. Alguns grupos de alimentos devem ser rigorosamente controlados é o caso dos carboidratos, que se transformam em glicose quando digeridos. E não pense que aqui estamos falando apenas de pães e bolachas: eles estão também em cereais, no leite e derivados e até em legumes e frutas.

Por sorte a Medicina descobriu que nenhuma solução radical funciona. Houve um tempo em que o paciente saía do consultório com uma lista de proibições. Hoje, há meios de controlar a ingestão dos vilões. É o caso da contagem de carboidratos, um método usado para calcular os gramas desses nutrientes ingeridos ao dia, nas refeições e lanches. Esse sistema é utilizado desde a década de 1930 nos Estados Unidos e na Europa. Com ele, você aprende a fazer substituições e a driblar pequenos delitos. Basta aprender a contar os pontos de cada alimento.

E, para somar, outros nutrientes vêm sendo pesquisados, revelando poderes de baixar a glicemia, como o caso das fibras solúveis. Em contato com a água, elas formam uma espécie de capa em torno da comida. Com isso dificultam a absorção do açúcar. Entre as campeãs desse tipo de fibra estão a maçã, comida com casca, e a aveia. Mas essas aliadas dos diabéticos estão também nas verduras como alface e rúcula, em leguminosas como o feijão, lentilha, milho e ervilha, além do bagaço de frutas como a laranja.

Agora os cientistas estão voltando as atenções ao chamado índice glicêmico dos alimentos, que indica a velocidade com que a glicose deles é liberada no organismo. Essa informação ajuda o médico a indicar o melhor cardápio. Aliada a métodos como a contagem de carboidratos poderá trazer ainda mais precisão ao controle da dieta e mais alternativas ao paciente.

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Erudição musical retarda envelhecimento auditivo em até 20 anos.

Pesquisadores da Baycrest’s Rotman Research Institute, em Toronto, no Canadá, descobriram que pessoas que estudaram música a vida inteira possuem menos problemas de audição relacionados à idade do que aqueles que não estudaram. Os resultados foram publicados no periódico Psychology and Aging.

No estudo, 74 músicos (entre 19 e 91 anos) e 89 não músicos (entre 18 e 86 anos) participaram de uma série de avaliações auditivas. Aqui, um músico foi definido como alguém que começou a estudar a arte desde os 16 anos, continuou a praticar até o dia dos exames e teve o equivalente a, ao menos, seis anos de ensino formal de música. Não músicos, no estudo, foram tidos como aqueles que não tocam nenhum instrumento musical.

Usando fones de ouvido, os participantes sentaram em uma sala com isolamento acústico e completaram quatro tarefas auditivas que avaliaram os limiares tonais (capacidade de detectar sons que ficavam cada vez mais silenciosos); detecção de lacunas (habilidade de detectar uma pequena lacuna de silêncio em meio a um som contínuo, o que é importante para perceber sons da ala comum, como nas sílabas “aga” ou “ata”); detectar desafinações harmônicas (capacidade de detectar a relação entre diferentes frequências sonoras, o que é importante para separar os sons que acontecem simultaneamente em um ambiente barulhento); e fala em meio a barulhos (habilidade de ouvir uma sentença falada em meio a ruídos).

Os cientistas descobriram que o fato de ser músico não ofereceu nenhuma vantagem no teste de limiares tonais quando a idade vai chegando. No entanto, nos outros três testes auditivos – detecção de lacunas, desafinações harmônicas e fala em meio a ruídos -, os músicos mostraram clara vantagem sobre os demais, e essa vantagem cresce junto à idade de ambos os grupos. Aos 70 anos, músicos medianos ainda tinham a mesma capacidade de entender uma fala em ambiente barulhento do que não músicos de 50 anos. Isso sugere que aqueles que estudaram música podem retardar a perda de audição relacionada à idade em 20 anos.

Vale ressaltar que as três avaliações onde os músicos demonstraram uma vantagem dependem do processamento auditivo no cérebro, o que não acontece com os limiares tonais. Isso sugere que o estudo musical ao longo da vida atua no cérebro – no centro de processamento da audição -, o que provavelmente provoca um sistema auditivo de alto nível dos músicos.

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Com o envelhecimento, ocorrem mudanças na composição corporal e também na audição. Há um aumento na gordura corporal total, diminuição de massa magra e da hidratação.

Estudos norte-americanos mostram que já a partir dos 40 anos de idade as pessoas perdem cerca de 8% da massa muscular a cada década.1-4 Se houver redução no consumo de alimentos e na atividade física, esses fatores levarão a uma velhice frágil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 3 milhões de pessoas com 60 anos ou mais moram sozinhos. Ainda de acordo com o IBGE, de 2001 a 2011, aumentou 35,6% o número de pessoas que moram sozinhas no Brasil.

O fato de morar sozinho pode contribuir para o descuido com a alimentação. “Em geral, o idoso se contenta com um lanche leve, que nem sempre sacia todas as suas necessidades alimentares”, ressalta Ricardo Rosenfeld, Diretor Médico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Em muitos casos há falta de apetite, os ouvidos afetados e a saúde bucal está prejudicada, o que impede o idoso de deglutir alimentos mais sólidos. “A diminuição na ingestão alimentar que ocorre naturalmente, conforme envelhecemos, pode levar o idoso ao risco nutricional”, conclui.

É importante lembrar que a atividade física também deve ser mantida. Isso não significa que é necessário frequentar uma academia. Atividades simples como caminhar, cuidar do jardim, passear com um animal de estimação já são formas de manter-se ativo. Uma nutrição equilibrada e variada, além da prática de atividade física, devem ser realizadas sempre.

Será que este não é o caso do seu avô ou avó? Eles moram sozinhos? Será que se alimentam bem? O melhor “presente” que um neto ou neta podem dar aos avós é prestar atenção em suas necessidades, já que muitos não interpretam a má qualidade da alimentação como um problema.

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Um novo estudo realizado no Japão sugere que não somente Diabetes causa prejuízos para seus olhos e potencial cegueira, mas pode também causar prejuízo para a audição.

Perda auditiva pode levar à depressão e demência, juntamente com outros prejuízos. Más notícias para as pessoas que sofrem de diabetes! Nos diabéticos, a chance de ser atingido por uma perda auditiva é duas vezes maior do que aqueles que não sofrem com o distúrbio metabólico. O estudo sugere que os mesmos níveis elevados de glicose no sangue que prejudicam a capacidade para enxergar, pode muito bem ter um efeito semelhante para os ouvidos.

O dano é causado nos pequenos vasos sanguíneos encontrados na estria vascular, bem como os nervos em torno da área da orelha.

Embora provavelmente não cause surdez profunda, o dano é grande o suficiente para levar a vários outros problemas de saúde.

Os resultados deste estudo são apoiados por vários outros estudos feitos em outros países. Especificamente um estudo nos EUA que sugere que as mulheres, que não conseguem controlar a doença (diabetes) são muito mais propensas a começar a perder a audição.

 

Cuide-se!

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No mundo da ciência moderna, onde curas e tratamentos têm sido encontrados ou desenvolvidos por quase todas as doenças e distúrbios, o câncer tem tirado muitas vidas a cada ano. Câncer de orelha é uma variante de câncer que afeta o ouvido humano. O seguinte artigo é uma pequena descrição do câncer de orelha e suas causas, sintomas e remédios. Para saber mais sobre o câncer de ouvido continue a ler…

O termo câncer Implica crescimento descontrolado de células no corpo humano. Qualquer célula ou grupo de células que apresentam características, como são denominadas como células ‘cancerígenas’. Estas células espalhadas por todo o corpo humano em três mídias diferentes e tendem a afetar outras células, tecidos e órgãos.

• Crescimento descontrolado: Um crescimento descontrolado é dito ter ocorrido quando as células se dividem em um ritmo enorme, assim que assola outras células e tecidos ao seu redor.

• Invasão: Células que apresentam características cancerígenas têm crescimento descontrolado em termos de tamanho e números. Estas células literalmente invadem tecidos e órgãos ao redor deles.

• Espalhar: As células cancerosas, por vezes, também se espalham para outros locais do corpo por meio do sangue e linfa.

Há razões variáveis que causa o crescimento canceroso. Muitas vezes, o  câncer é hereditário, como a natureza das células é passada de uma geração para outra. Infecções, fumo e radiação são outras causas importantes de câncer. Há muitos tipos diferentes de câncer, dependendo dos tecidos e órgãos que afetam, tais como câncer de mama, câncer de pele, O câncer do coração, câncer de cabeça e pescoço. Câncer de ouvido, que é um tipo raro de câncer, ocorre dentro do ouvido interno e às vezes na orelha externa.

O que é o câncer de orelha?

Câncer de orelha é observado tanto no ouvido interno e no ouvido externo, sob a forma de tumores e crescimento anormal. Estas células cancerosas são medicamente denominadas como carcinoma espinocelular. Muitas vezes, o carcinoma basocelular e melanoma maligno, que são tipos de câncer da pele, aparecem na pele da orelha e são confundidos com câncer de orelha.

Especialistas em câncer, cirurgiões e médicos são capazes de detectar a diferença entre a pele e o câncer de orelha.

Tipos de Câncer do Ouvido

Câncer de orelha não está restrita a uma parte da orelha. Ela pode ser observada em diferentes partes, onde, dependendo do estado, as células cancerosas retratam um comportamento diferente. Curas e sintomas, portanto, varia para cada tipo de câncer de orelha.

• Câncer da orelha Externa: Câncer orelha externa aparece sob a forma de úlcera progressiva. Às vezes, é visto no FROM de um pedaço de pele estaladiça. Este câncer aparece na borda superior da orelha externa e pode ser tratada com a ajuda da cirurgia.

• Câncer do canal auditivo: O câncer de canal auditivo aparece no canal do ouvido, especialmente na parte exterior. Este tipo de câncer também aparece no interior do canal auditivo, no partir de um tumor. Cânceres do canal auditivo, que está nos estágios iniciais, podem ser tratados com uma cirurgia conhecida como Mastoidectomy.

• Câncer da Orelha média: Câncer de orelha também aparece na orelha média. Este tipo de câncer de ouvido é especialmente doloroso porque não há quitação de sangue proeminente e surdez. Câncer de orelha aparece na entrada do canal do ouvido. Pode ser tratado com a ajuda da biópsia e da cirurgia.

• Tumor glômico: Este tipo de tumor, embora inofensivos na fase inicial, deve ser tratada adequadamente, como o crescimento progressivo de tal tumor em tumores dolorosos na orelha média.

Sintomas de Câncer do Ouvido

Sintomas do câncer da orelha diferem de tipo para tipo. Os seguintes são alguns dos sinais de ouvido comum de câncer que ocorrem em estágios iniciais de câncer.

• Aparecimento do tumor ou progressiva úlcera

• Inchaço ou caroço no pescoço

• Dor de ouvido

• A perda auditiva

• Descarga da orelha, muitas vezes cheios de sangue

• A paralisia facial em casos raros

• Sensação de toque na orelha

• Tonturas

Remédios e curas de Câncer do Ouvido

Há três remédios importantes que podem ser usados para curar o câncer de orelha.

• Cirurgia: A cirurgia é um recurso que é frequentemente utilizado nos estágios iniciais de câncer de orelha. O cirurgião corta literalmente as células e tecidos que retratam o comportamento canceroso.

• Radiação: No caso em que as células cancerosas começaram a espalhar, a radiação pode ser usada de forma muito eficaz. Raios radioativos com um volume elevado de energia são dirigidos para o ouvido, a fim de destruir células cancerosas.

• Quimioterapia: Quimioterapia é um método de tratamento, onde as drogas são usadas para matar as células cancerosas que começaram a alastrar. Este remédio é utilizado como última opção, uma vez que afeta gravemente a saúde do paciente.

A maior desvantagem do câncer de ouvido, é que os sintomas são confundidos com outras doenças. Por isso, é extremamente importante que seja feita uma consulta com médico e um especialista em câncer, logo após os sintomas aparecer.

Cuide-se!

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Parece óbvio que para aprender algo qualquer pessoa deve ter algum canal por onde a habilidade a ser aprendido passe, mas não o é. Seja para aprender uma nova Língua, a dirigir, a andar. O canal pode ser qualquer um dos sentidos, a interação deste, assim que temos certeza que a audição é possível e queremos que nossa criança fale, ela deve ouvir! Para alguém aprender a ouvir deve-se ter alguém disposto a falar, a fazer barulhos, onomatopeias, a cantar no mínimo. E aí sim estes e outros sons poderão ter um sentido na vida, e aí sim, a criança poderá produzir os mesmos, mas só depois que passar pela barreira do ruído, sem sentido, sem agudo e grave, sem entonação.

A audição parece esquecida já que a orelha não pisca, não aperta como faz a mão, não  morde, não espirra. Para crianças com predisposição ao atraso de linguagem a questão “audição” deve vir na primeira lista de coisas a se fazer. Iniciando com avaliação específica para verificar a integridade de toda via auditiva, feita pelos otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos e depois como estimulação adequada: nem muita, nem pouca!

Crianças diagnosticadas dentro do espectro do autismo se encaixam nesta situação como o mais perfeito dos quebra cabeças. SIM, precisamos falar com elas. E NÃO, não devemos deixa-las isoladas, mesmo esta sendo uma de suas características. Seja na escola, ou em casa.

O som deve fazer sentido para que nos entendam, para que entendam um pouco do mundo e contexto em que estão inseridas. E é neste contexto que parte o início da estimulação.

Mostram nos entender quando seguem algo que falamos. Podem não seguir no início, por falta de reforço, seja isso que existe para todos nós, porque para elas seriam diferente? Se estiverem reforçadas abrem o mais doce dos sorrisos, assim como quando alguém nos diz que estamos mais bonitas.

O dia a dia é o mais poderoso! É nele que ocorrem aprendizagens acidentais, e nele podem ocorrer mais mil outras aprendizagens. Dar instruções parece ser a coisa mais simples, e ainda bem, porque é nela que encontramos o início, a partida da estimulação, pois é neste momento que a nossa criança aprende a ouvir, e até é o momento em que sabemos que está nos ouvindo! É num pedido de BATA PALMA, ou PEGUE, ou MANDA UM BEIJO que nossa interação se fortalece e iniciamos aí a possibilidade de outras interações. Por isso, diga OI, dê uma ajuda física para bater a palma solicitada, brinque de 1,2,3 e já, insistam porque é nesta estimulação diária que os nossos mundos vão se encontrar!

Vamos nos sintonizar!

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