Mesmo ainda no útero, o feto é capaz de ouvir os sons de fora. Os bebês reagem ao som a partir da 24ª semana de gestação. Read more

A perda auditiva na criança implica no atraso de desenvolvimento de sua linguagem, principalmente quando ocorre na idade mais crítica: os primeiros anos de vida. Com todo o avanço tecnológico ao nosso dispor hoje é possível detectar a perda da audição na infância cada vez mais cedo, mas a melhor e mais recomendada forma de detectar a perda auditiva das crianças precocemente é o famoso Teste da Orelhinha, obrigatório em maternidades e hospitais públicos e privados de todo o país e realizado nos primeiros anos de vida do bebê.

Além disso, é muito importante que os pais prestem bem atenção no comportamento dos filhos durante seu desenvolvimento, desta forma também podem detectar a perda da audição da criança, previamente.  Saiba como deve ser o desenvolvimento auditivo esperado para cada fase do desenvolvimento de uma criança:

  • Até quatro meses de idade um bebê deve: mover ou reagir quando alguém fala ou em resposta a qualquer ruído, como um susto quando há um barulho muito alto;
  • Aos sete meses, um bebê deve: virar sua cabeça em direção a uma voz ou a um ruído;
  • Aos nove meses um bebê deve: virar sua cabeça para descobrir a direção do som, se mexer ou se mover em resposta à voz ou a qualquer som;
  • Aos 12 meses, um bebê deve: virar sua cabeça em todas as direções e mostrar interesse na voz de uma pessoa ou um determinado som, repetir alguns sons que os pais fazem;
  • Aos dois anos de idade a criança deve: ser capaz de apontar uma parte de seu corpo quando perguntado, de apontar para a imagem certa quando solicitado, ser capaz de executar tarefas simples, como dar-lhe um dos seus brinquedos, quando perguntado;
  • Se dentro dessas etapas a criança não reagir como o esperado, deve-se procurar um médico otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo urgente para uma avaliação da audição;
  • No caso da presença de perda de audição, o desenvolvimento da linguagem oral poderá não ocorrerá normalmente. Algumas alterações na fala e dificuldades na escola podem surgir, podendo até mesmo ser identificadas por um professor durante as aulas, de acordo com o desempenho da criança;
  • Recomenda-se que os pais estimulem a audição das crianças por meio de músicas e da produção de sons durante as brincadeiras, além de oferecer brinquedos com temas sonoros e observar a reação delas.

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Você acha que seu filho pode estar com perda auditiva? Entre em contato conosco que teremos prazer em ajudá-lo!

Como o feto escuta dentro do útero materno sempre foi um tema que atraiu muitos estudiosos e que intriga todas as gestantes. Então vamos entender como a audição de um ser humano em formação funciona.

 Se preparando para ouvir

 O feto não consegue ouvir nada até a 20ª semana de vida, pois uma massa de células epiteliais mantém fechada a extremidade medial do meato acústico externo, localizado no canal auditivo externo e cuja função é a de transmitir os sons captados pela orelha para o tímpano.

É durante essa semana que a orelha interna é desenvolvida. Na metade da gestação, a orelha interna é o único órgão sensorial que atinge tamanho adulto. A partir da sua formação, só falta a ossificação, que acontece quando a membrana do tímpano fica exposta ao líquido amniótico.

Enquanto o feto não ouve com a orelha, ele não é completamente insensível aos sons. Existem alguns cientistas que afirmam que a pele do feto funciona como uma extensão da audição no período da gestação.

 

O feto conhece o mundo sonoro

 

A partir da 21ª semana, o sistema auditivo do feto já está desenvolvido o bastante para que possa começar a receber estímulos sonoros. Os ossículos martelo, bigorna e estribo estão envolvidos em um líquido de relativa densidade, chamado mesênquima.

É por volta da 34ª semana que os ossículos começam a funcionar, mas só exercerão sua função completamente após o nascimento, com a entrada de ar na orelha média, fazendo a cavidade timpânica se expandir de imediato.

 

Os estímulos sonoros da gestação

 

 

As fontes sonoras dos estímulos recebidos pelo feto são várias. Entre elas, a pulsação rítmica do ritmo cardíaco, a circulação sanguínea que acontece em volta do útero, os sons produzidos pelo estômago e pelo intestino, as articulações do esqueleto e os passos da mãe.

Mas entre todos os sons que o feto consegue ouvir, o que mais se sobresai é o som da voz da mãe. Quando ela fala, o som de sua voz é mais facilmente escutado do que qualquer outro estímulo sonoro recebido pelo feto.

No entanto, dentro do útero é impossível entender as palavras que a gestante está dizendo, pois para isso é necessário que o som seja propagado pelo ar. Portanto, como o feto está embebido no líquido amniótico, ele consegue ouvir apenas a sua voz.

É interessante saber que os estímulos sonoros recebidos pelo feto caminham com uma velocidade mais de quatro vezes maior no líquido amniótico do que no ar.

 

Memória sonora

 

Podemos dizer que a voz humana que o feto ouve dentro do útero é o primeiro contato que ele tem com o mundo exterior. Além disso, também é possível afirmar que ele se lembra desse estímulo sonoro depois de nascer.

Anthony DeCasper, professor da Universidade da Carolina do Norte, realizou uma pesquisa que mostrou que os bebês recém-nascidos lembram de histórias e canções que lhe são contadas repetidamente no decorrer dos três últimos meses da gestação.

Além disso, também percebe-se a memória auditiva pelo fato de o bebê responder à voz da mãe ao virar a cabeça e o tronco para a sua direção mesmo quando outras pessoas também estão falando com ele.

 

Fontes:

http://bebedofuturo.mus.br/audicao-do-feto/

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Permanecer muitas horas seguidas ouvindo música alta pode trazer danos irreversíveis para a audição.

 

O carnaval está aí. Dia 4 de março começa a ‘folia’ que embala pessoas durante dias com músicas no máximo volume, trios elétricos, ruas lotadas e sambódromos cheios. Porém, por trás de toda essa animação exagerada, existe um aumento no número de casos de pessoas que apresentam problemas nos ouvidos, causados principalmente por causa dos ruídos das caixas de som potentes pertencentes aos trios elétricos e o grande período de tempo permanecido em ensaios de escolas de samba.

Segundo dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), o ouvido humano suporta até 85 decibéis – porém, a aparelhagem utilizada atualmente pode chegar a até 120 decibéis, intensidade próxima a de uma turbina de avião. “Isso faz com que muitos foliões que não se importam com o ruído excessivo e não fazem nada a respeito para cuidar da audição, possam sofrer com danos auditivos sérios” comenta a Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista e otoneurologista.

Devido a intensidade do barulho nessa época, as pessoas que frequentam as festas de carnaval podem vir a ter a sensação de pressão nos ouvidos, zumbido e dificuldades para ouvir. “E pode não parecer sério, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a poluição sonora a terceira maior do meio ambiente, perdendo apenas para a poluição da água e do ar, por isso, os cuidados com a audição são tão importantes,” comenta a especialista.
Os principais fatores que influenciam nos problemas auditivos causados devido ao excesso de ruídos é o tempo de exposição ao som e a sensibilidade individual de cada pessoa. Por isso, para aqueles que querem aproveitar o carnaval e ainda assim evitar problemas auditivos, existem algumas orientações que devem ser seguidas. “Ficar a uma distância de, no mínimo 10 metros do equipamento de som e usar protetores auriculares, que diminuem o impacto do barulho nos ouvidos, podem ajudar”, explica Rita.
É importante tomar esses cuidados pois o barulho muito forte é um dos agentes mais nocivos à saúde humana, causando desde a perda da audição, até zumbidos, distúrbios do labirinto, ansiedade, nervosismo, hipertensão arterial, gastrites, úlceras e, em alguns casos, impotência sexual.
“Saber da importância da audição e de como mantê-la em dia se torna ainda mais importante nessa época. O ‘poder’ de ouvir provoca uma melhor interação do indivíduo com o meio ambiente e, consequentemente, com seus semelhantes”, comenta Rita.
A exposição prolongada ao som alto, por muito tempo seguido, pode levar a diversos graus de surdez. No Brasil, é estimado que 15 milhões de pessoas já sofrem algum tipo de perda auditiva. “Portanto, é necessário cuidar da audição nessa época do ano, mantendo-se em uma distância apropriada dos trios elétricos e demais concentrações de som, a fim de proteger os seus ouvidos. Depois, é só aproveitar”, conclui a especialista.

 

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Os efeitos de tocar instrumentos musicais ainda quando crianças estimulam o cérebro até  a idade adulta.

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Os adultos que costumavam tocar algum instrumento na infância, mesmo que não façam mais isso há décadas, respondem mais rápido aos sons da fala, dizpesquisa.E quanto mais tempo praticando, mais rápido o cérebro fica.

A revista “The Journal of Neuroscience”, publicada semanalmente pela Sociedade de Neurociência, observou 44 pessoas entre 50 e 70 anos. Os voluntários ouviram uma sílaba da fala sintetizada, “da”, e enquanto isso os pesquisadores observavam a área do cérebro com processos de informação do som, o tronco encefálico.

Apesar de nenhum dos participantes terem tocado algum instrumento nos últimos 40 anos, os que estudaram música por um período entre 4 e 14 anos, começando na infância, responderam mais rápido aos sons do que os que nunca estudaram música.

Habilidades duradouras

Quando as pessoas crescem geralmente elas experimentam mudanças no cérebro que comprometem a audição. Por exemplo, a mente dos mais idosos demora mais para responder a mudanças rápidas de sons, o que é importante para interpretar falas.

Pode ser que aprender a tocar um instrumento musical ainda na infância causa alterações na mente que não mudam mais ao longo da vida. Ou, de algum jeito a música clássica prepara a mente para o futuro aprendizado auditivo, dizem os pesquisadores.

Outra pesquisa da mesma equipe descobriu que os adultos mais jovens seriam melhores ouvintes se eles tivessem estudado algum instrumento quando criança. Os especialistas também acreditam que os treinos musicais, com ênfase nas habilidades de ritmo, exercitam o sistema auditivo.

Mas esses estudos são relativamente pequenos e não podem dizer com certeza se é apenas o treino musical que vai estimular esses efeitos. Mas é indiscutível que as crianças que tem a possibilidade de aprender a tocar instrumentos, o que pode ser bastante caro, talvez façam parte de uma parcela privilegiada da população e isso pode ser uma influência.

Comentando a pesquisa, Michael Kilgard, da Universidade do Texas, e que não estava envolvido nos estudos, disse que ser um milissegundo mais rápido pode não parecer muito, mas que o cérebro é muito sensitivo ao tempo e um milissegundo somado agravado sobre milhares de neurônios pode sim fazer diferença na vida dos adultos com idade avançada.

 

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Parece óbvio que para aprender algo qualquer pessoa deve ter algum canal por onde a habilidade a ser aprendido passe, mas não o é. Seja para aprender uma nova Língua, a dirigir, a andar. O canal pode ser qualquer um dos sentidos, a interação deste, assim que temos certeza que a audição é possível e queremos que nossa criança fale, ela deve ouvir! Para alguém aprender a ouvir deve-se ter alguém disposto a falar, a fazer barulhos, onomatopeias, a cantar no mínimo. E aí sim estes e outros sons poderão ter um sentido na vida, e aí sim, a criança poderá produzir os mesmos, mas só depois que passar pela barreira do ruído, sem sentido, sem agudo e grave, sem entonação.

A audição parece esquecida já que a orelha não pisca, não aperta como faz a mão, não  morde, não espirra. Para crianças com predisposição ao atraso de linguagem a questão “audição” deve vir na primeira lista de coisas a se fazer. Iniciando com avaliação específica para verificar a integridade de toda via auditiva, feita pelos otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos e depois como estimulação adequada: nem muita, nem pouca!

Crianças diagnosticadas dentro do espectro do autismo se encaixam nesta situação como o mais perfeito dos quebra cabeças. SIM, precisamos falar com elas. E NÃO, não devemos deixa-las isoladas, mesmo esta sendo uma de suas características. Seja na escola, ou em casa.

O som deve fazer sentido para que nos entendam, para que entendam um pouco do mundo e contexto em que estão inseridas. E é neste contexto que parte o início da estimulação.

Mostram nos entender quando seguem algo que falamos. Podem não seguir no início, por falta de reforço, seja isso que existe para todos nós, porque para elas seriam diferente? Se estiverem reforçadas abrem o mais doce dos sorrisos, assim como quando alguém nos diz que estamos mais bonitas.

O dia a dia é o mais poderoso! É nele que ocorrem aprendizagens acidentais, e nele podem ocorrer mais mil outras aprendizagens. Dar instruções parece ser a coisa mais simples, e ainda bem, porque é nela que encontramos o início, a partida da estimulação, pois é neste momento que a nossa criança aprende a ouvir, e até é o momento em que sabemos que está nos ouvindo! É num pedido de BATA PALMA, ou PEGUE, ou MANDA UM BEIJO que nossa interação se fortalece e iniciamos aí a possibilidade de outras interações. Por isso, diga OI, dê uma ajuda física para bater a palma solicitada, brinque de 1,2,3 e já, insistam porque é nesta estimulação diária que os nossos mundos vão se encontrar!

Vamos nos sintonizar!

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Adolescentes expostos à fumaça do tabaco têm quase o dobro do risco de sofrer perda auditiva do que aqueles que não estão expostos, de acordo com um novo estudo desenvolvido na Universidade de Medicina de Nova York (EUA).

A pesquisa envolveu mais de 1.500 adolescentes com idades entre 12 e 19 anos de diferentes lugares dos Estados Unidos. Os jovens foram avaliados inicialmente em suas casas e, depois, foram submetidos a testes de audição e avaliação de amostras de sangue para determinar os níveis de substâncias no sangue que pertencem à fumaça do cigarro.

Os pesquisadores concluíram que os adolescentes expostos ao fumo foram mais propensos a ter perda auditiva neuros sensorial, relacionada a problemas com a cóclea, um órgão da audição em forma de caracol. De acordo com os estudiosos, esse tipo de perda auditiva tende a ocorrer na velhice ou entre crianças nascidas com problemas de surdez. Mais da metade dos adolescentes afetados no estudo não sabiam que tinham qualquer problema de audição.

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Fumante passivo sofre em dobro

 Os males do cigarro estendem-se aos chamados fumantes passivos. O problema é que, além de engolir a fumaça a contragosto, eles acabam expostos a mais riscos do que o viciado em si. Sim, estamos falando daquelas pessoas que convivem com fumantes, absorvem suas baforadas ou mesmo frequentam ambientes cheios do tóxico véu cinza. A fumaça da ponta do cigarro tem três vezes mais elementos cancerígenos, alerta a pneumologista do Hospital do Coração, em São Paulo.

Por isso, estudos mostram que quem fuma por tabela têm duas vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão do que os fumantes ativos e 40% mais chance de um infarto.

O cenário é ainda mais assustador em relação às crianças. No mundo, há 700 milhões de pequenos que padecem de doenças respiratórias por causa do fumo passivo. Isso sem contar os bebês expostos ao cigarro ainda na barriga da mãe. Durante a gravidez, as tragadas levam ao amadurecimento precoce da placenta, que pode disparar um parto prematuro, comprometem o desenvolvimento do feto e podem causar problemas respiratórios ao nascer, além do baixo peso. Para essas pequenas vítimas, fumar menos não melhora a situação.

Quais são os efeitos do fumo passivo?

A fumaça do seu cigarro (fumo passivo) pode colocar a saúde dos seus familiares em risco. Mesmo que você tente fumar fora de casa, ainda traz nicotina para sua casa por meio das suas roupas, mãos e dos cabelos.

Bebês cujos pais fumam: Estão mais propensos a ter infecções de ouvido, pneumonia e bronquite nos primeiros anos de vida; Têm um risco maior de morrer precocemente;

Possuem maiores chances de desenvolver um câncer ou problemas do coração; e estão mais propensos a serem fumantes também.

Quando você para de fumar, reduz todos esses riscos de ter problemas de saúde na sua família. Além disso, aumenta a probabilidade de seus filhos não fumarem ou pararem de fumar, caso eles já fumem.

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O contato em excesso com a água do mar ou piscina aumenta os casos de otite externa.

 É muito comum e natural que no verão as famílias prefiram ter o lazer em praias ou clubes aquáticos. É divertido e todos adoram, mas os pais devem ficar atentos, pois o contato excessivo com a água do mar ou piscinas, geralmente contaminada, pode causar a otite externa, ou seja, uma inflamação no ouvido das crianças!

A água contaminada entra no conduto auditivo externo e a região que não é devidamente seca, torna-se o ambiente preferido de fungos e bactérias, ocorrendo assim a otite externa.

Os sintomas da otite externa:

Coceira na região do ouvido;
– Muita dor;
– Diminuição da audição;
– Febre;
– Irritabilidade;
– Choro constante e secreção no ouvido, em casos de perfuração;
– Dificuldades para mastigar as refeições;
– Em casos mais graves, inchaço na região do ouvido.

Fique atento aos sintomas e ao primeiro sinal, procure um médico imediatamente!

A prevenção da otite externa:

Quanto mais cedo a otite externa for detectada, melhor para a saúde auditiva da criança, desta forma evita-se perfurações do tímpano e até mesmo impede-se que o problema tenha consequências irreversíveis para a audição. Por isso deve-se ficar atento aos sintomas, para tratar o problema quando ele ainda não representa um grande risco para a audição. Porém, existem algumas formas que podem ajudar na prevenção, são elas:

– Deve-se ter a consciência de que o canal auditivo deve ser seco após a natação ou o banho;
– Não usar cotonetes para secar ou limpar o ouvido;
– Usar protetores, macios como os de silicone, para evitar a entrada de água no ouvido.

O tratamento da otite externa:

O tratamento da otite externa é realizado por meio de medicamentos, estes podem ser analgésicos ou até antibióticos. Quando a presença de secreção no ouvido médio persiste por mais tempo, um procedimento cirúrgico pode ser necessário.

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